sexta-feira, 5 de outubro de 2007

*** CHAKRA BASE ***

Basal, Básico, Base: Eu vou falar por mim e pelo chakra dos pés, porque fica mais simples já que estamos tão ligados. Mas não se iludam!

Os pés não são um chakra pequeno ou dos menores. Não são não. Todavia, por alguma razão antiga, eu-o base fui escolhido para hospedar a. central da energia físicasica, a energia que constitui, por exemplo, o corpo físico.

Puseram esta energia de ponta cabeça (a evolução tem cada uma). Dizem que sou a ponta de um triângulo invertido (de fato, fico grudadinho na ponta do cóccix que serve de ponta prolongada do osso sacro que tem esta forma). Sendo a cabeça, toca a mim ser responsável pela sobrevivência de todos, fugir quando necessário, ir em frente levando comigo pernas e pés, ossos e parte do intestino.

Sou o responsável pelo suporte logístico e por alimentar todos os outros, principalmente o meu vizinho, o sexual.

Uso o meu pulsar com a função de captar as vibrações do lugar onde vocês caminham ou de quem está por perto.

O bombear da energia (para cima e para baixo) pertence ao cóccix, ao início da coluna vertebral, na terceira raiz que pertence ao homem, porque as outras duas estão nos pés {são eles que me fazem ir para frente para trás).

A simplicidade de meu movimento faz com que eu absorva fisicamente alimentos de que vocês necessitam e nós necessitamos. Chamaria tais alimentos de: "pó da terra mineralizado e polarizado este pó que coloca todos os meus companheiros em condições de se exprimirem. Porque sem matéria-prima nada aparece nem o trabalho etérico! Imaginem um campo arado, limpinho. Chega uma ventania soprando terra para todos os lados.

O sopro divino é o vento e eu sou a terra que voa e alcança todos os chakras. Por isso me chamam de primeira porta da Mãe-Terra e para Ela; o contato primordial já que ela, a Mãe Divina, me dá "aquela" mão! Para ter acesso a ela fui colocado na parte física correspondente ao plexo nervoso do cóccix.

Fico ali no plano pélvico para baixo; no corpo humano me ajeito entre o orifício urinário e escretório, no corpo perineal.

As supra-renais são as glândulas que reagem aos meus impulsos.

Falaremos um pouquinho delas mais adiante.

Minha cor é densa, vermelha, é a cor do sangue que alimenta a Vida. Eu já disse isto mas é bom repetir. Aliás, quando ouvirem repetições saibam que sou eu que estou trabalhando ou sendo trabalhado, por música, sons, sílabas: tum, tum, tum. Basta escutar um tambor para perceber na prática o que estou dizendo. O som rimbomba... pulsa e emite.' Sobe. Ou desce..

Até quando se repete a formula mântrica isto ocorre.

Hoje se sabe que repetir um pensamento ou ação acaba transformando a realidade.

Se a transformação o é para melhor ou pior, isso depende de vocês e não de mim. Eu dou forma às escolhas ou aos sonhos.

Se vocês escolherem a alegria na Terra providenciarei material para ela se materializar, se escolherem o mau­ humor... também.

E daí para diante.

Minha vogal o "U" do som /uh (de MU, o homem) com a forma da grande fenda do corpo físico que vai da frente para trás, do cóccix ao púbis. Eu preciso desta fenda para agir. Para detonar o "h" do "uh".

Sou também como a ferradura do cavalo a qual dá aquela segurança para ir em frente. Finco as escolhas de vocês na Terra, apoiando-me nos chakras dos pés acalmo os nenês quando vocês, mamães terrestres, embalam seus filhos no colo, usando o apoio dos pés que vão para frente e para trás.

Como a cadeira de balanço das vovós (a cadeirinha vai para frente e para trás como os pés, e para cima e para baixo como a sede vital do plexo do cóccix)

É o movimento que da o . senso de segurança aos pimpolhos, pequenos e... grandes.

Quando vocês me fazem trabalhar, ativando meus movimentos eu aviso a terra circunstante que aquele espaço pertence ao uso pessoal de vocês.

Sou a ponta da âncora divina que abre uma fenda na Terra Mãe, que abre o espaço onde vocês viverão durante o ciclo-vital

Sou o abraço de_aliança entre o céu e a terra. Mas, sou o pé no chão, o aqui-agora sem voar, sem ficar com o olhar perdido.

Sou o estar e o ser presente, o sentindo as próprias pernas e pés.

Quando vocês sentirem que andam voando ou sentindo-se perdidos e tristes, encham-me, como se fosse uma bexiga, de morangos rechonchudos e maduros e visualizem o sumo e o aroma deles (ou de beterrabas)que descem alimentando os pés assim como sobem dos pés para cima. Serve para vocês se "encaixarem" em mim.

E para ficarem conscientes da realidade. Serve para reinstaurar a conexão de vocês com seu instinto de conservação e de direção.

Usar o próprio espaço e tempo é prerrogativa da vida na Terra. É usar as próprias raízes como meio de realização segura.

Nas pétalas abertas do chakra coronário, eu corres­pondo ao centro-posterior da coroa, ou seja às pétalas da parte central posterior do crânio (centro do arredon­dado, do cucurutu).

Mando os raios pela coxa interna abaixo até os joelhos de maneira forte, mas o pino central que serve de prolongamento, nas costas, da coluna vertebral, ou seja, a ponta do cóccix, manda a minha vibração para o nível etérico, para os outros planos e corpos, como que para lembrar ao Universo que existo.

Por isto meu nome sânscrito: Muladhara, ou raiz. Ou foundation ray. Ou centro da raiz. O nome inclui o termo hara que subentende o alicerce de energia do qual todos os.corpos humanos chegam dotados.

Fica dois ou três dedos abaixo do umbigo (depende do tamanho da pessoa) bem para trás, e em determinados momentos podem sentir aquela pulsão fortíssima, ao ponto de parecer que o coração mudou de lugar.

Esta é Shakti, que mora em mim. Quando virem alguma representação religiosa, com algum santo ou santa que pisoteia uma serpente, quer dizer que aquele ser dominou meu centro e o transformou em uma das rodas do seu carro, que ele ou ela dirige para onde o Espírito Crístico o/a leva.

Todo mundo percebe os instintos que brotam das minhas entranhas, mas poucos desejam conscientemente que eu fique acordado, sem sonhar.

As pessoas acham que voar é com a cabeça lá de cima.

Não é não! É com esta cabeça que enterra a ponta no chão sem construir nada em cima

Ou dentro. Voar é fazer com que eu vire avestruz a vida toda.

Essa cabeça da energia, está aqui embaixo e pode ser levada lá para cima, para a hipófise. Aqui comando eu, mas se o ser humano que me hospeda resolve, com a força de vontade bem usada, em forma de pensamentO competente, fazer com que a pineal comande no peri­neal, eu crio uma força tal que pego a tal da cobra pelo pescoço com movimentos constantes e firmes jogo-a lá para cima. Ah, obedeço na hora. Aliás, subo pessoal­mente para receber o abraço amoroso que me cabe como morador de uma casa do Pai Criador.

Isto tudo tem a ver com a força chamada Kundalini. A cabeça desta energia também se chama Shakti (energia vital) ou sede do poder. Essa força é representada pela ser­pente enrolada ou senão, naquela representação da ser­pente que protege Buddha da chuva.

Significa, em ter­mos de polaridade, os instintos inconscientes ou uma força a Serviço da Consciência.

Para dar um exemplo simples e bem primário, atuar com esta força é ser capaz de usar uma força desco­munal, algo com a intensidade de um impulso magnético do desejo sexual para um ato de amor desinteressado.

Ou então, é imaginar o tremor de uma raiva violenta que impulsiona um ato de direcionamento interior, da Vontade maior.

É, vocês contam com o poder energético / de uma bomba nuclear todos os dias, para a própria realização como seres divinos.

Por isso, o único jeito é ascender tal força gradual­mente, o que vai muito além de um abrir chakra com exercícios.

Característica básica: Trabalhar o chakra base cria as bases da aceitação ativa; ou seja, escolher aceitar a vida; é usar um dos maiores instrumentos de força que é a aceitação da vida na terra.

Cor: vermelho vivo que caracteriza a FORÇA (verme­lho escuro demais lembra o sangue desvitalizado, mor­to). Sem ela a espiritualidade dos níveis mais elevados não decola.

O vermelho, cor cheia de densidade e in­tensidade que dá corpo às idéias e ações: uma vontade necessita da força para ter força de vontade, por exem­plo.

Enfim, o meu vermelho dá o sentido básico, o da própria existência real a tudo que toca, ouve, escuta, capta, ama, vê, percebe, eleva ou...abaixa.

Cor como nível vibratório: densíssima.

Som Base ou mantra: LAM Elemento: Terra

Aspecto motório do base: duplo, o sobe-desce. Aspecto motório dos pés: duplo, ir-e-vir.

Aspecto funcional e instrumentos do base:

- buscar e dar a matéria-prima para a criação;

- .posicionar o sistema radar, ou seja, o corpo humano

em cada instante, criando a dimensão para o chakra sexual; para isto uso a sola dos pés e a estrutura óssea, os cabelos, as unhas e a pele.

Os intestinos são a minha ligação com o chakra sexual no corpo físico.

Aspecto funcional e instrumentos dos pés: captar as indicações da Terra que servem ao plano específico, permitindo ao homem entrar com o pé direito no reino dos deuses, na dimensão cósmica. O pé direito indica a meta e o esquerdo dá o apoio para o "salto".


Fique na Luz Divina!!!

Um comentário:

PATRÍCIA disse...

Adorei!!! Ficou ótimo...fale dos outros chakras , vou falar para os amigos virem aqui! Parabéns!bjs
Om Shanti